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Qual a tendência para os preços da soja em 2018?

30/01/2018 12h26

De fato, o ano que passou foi extremamente difícil para os sojicultores. De silos cheios, é verdade, mas bolsos vazios. Porém, 2017 ficou para traz. Agora é 2018 que importa, mas afinal o que esperar? A Revista Dia de Campo Soja Cotribá consultou especialistas no assunto. Segundo eles, a baixa comercialização e o aumento de área nos Estados Unidos são desafios que põem os produtores em alerta.

Mas vamos recaptular: 2017 foi um ano marcado pela excelente produção, houve supersafra na América do Sul e, contrariando as expectativas dos brasileiros, os americanos também colheram muito bem. Embora o consumo mantenha-se firme, com a China importando soja como nunca, a demanda não cresceu no mesmo ritmo da produção, o que levou a um aumento dos estoques mundiais de soja, dificultando a formação de preços.

No Brasil, o dólar até teve momentos de alta, mas de forma geral não animou os sojicultores a vender a produção, um perigo para o próximo ciclo. Se a safra vier cheia, que é o que se desenha e o que se espera, pode trazer consigo uma pressão extra dos preços para baixo, porque muita gente que ainda não vendeu vai ter soja em mãos para comercializar. Sendo assim, as principais consultorias do país concordam que janeiro pode ser um bom momento para escoar parte do estoque, isso porque a tendência para os próximos meses é de baixa em Chicago, pelo menos até abril. (com informações do + soja)



   
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